Cadernos QRad 97 · VI-RADS: RM da Bexiga
Geniturinário · bexiga

VI-RADS: RM da Bexiga

Fonte: Fávero Prietto dos Santos et al: 2024, RadioGraphics

Invade o músculo ou não?

O carcinoma urotelial é cerca de 90% dos tumores de bexiga, 3 a 4 vezes mais comum no homem, quase sempre depois dos 70 anos, e metade dos casos vem do tabagismo. A pergunta que muda tudo é se o tumor invade a muscular própria (detrusor): o não invasivo (cerca de 80%) se trata com ressecção transuretral (RTU) e, às vezes, BCG (bacilo de Calmette-Guérin, instilado na bexiga); o invasivo, com cistectomia radical ou protocolo de preservação. A primeira RTU subestadia cerca de 50% dos tumores, e é aí que a RM com o VI-RADS (Vesical Imaging Reporting and Data System) entra.

T (AJCC 8, American Joint Committee on Cancer)Profundidade
Ta, TisPapilar não invasivo, carcinoma in situ
T1Tecido conjuntivo subepitelial (lâmina própria)
T2Muscular própria: T2a metade interna, T2b metade externa
T3Gordura perivesical: T3a microscópica, T3b macroscópica
T4T4a próstata, vesículas seminais, útero ou vagina · T4b parede pélvica ou abdominal
Os estágios T pela profundidade
Do Tis e Ta (na mucosa) ao T4a (órgão vizinho): T1 lâmina própria, T2 músculo, T3a e T3b gordura.
Do Tis e Ta (na mucosa) ao T4a (órgão vizinho): T1 lâmina própria, T2 músculo, T3a e T3b gordura.
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 3. Ver artigo
não é exame de hematúria A RM multiparamétrica da bexiga é feita quando já se sabe que há tumor, antes da RTU ou até 2 semanas depois dela. Não substitui a uro-RM na investigação da hematúria nem a cistoscopia.

Preparo e protocolo

PreparoComo
QuandoAntes da RTU, da biópsia ou do BCG, ou pelo menos 2 semanas depois · 2 a 3 dias depois de cistoscopia ou retirada de sonda
BexigaCerca de 300 mL: a parede superior deve ficar convexa no localizador sagital
AntiespasmódicoEndovenoso logo antes, contra o peristaltismo
SequênciaDetalhe
T2 (categoria estrutural, SC)FSE/TSE (fast spin echo/turbo spin echo: spin eco rápido) 2D sem supressão de gordura, pelo menos dois planos, cortes de 3 a 4 mm · 3D opcional para reformatar na base do tumor
Difusão (DW)EPI (echo planar imaging: aquisição ecoplanar) em respiração livre com supressão de gordura, dois planos · b 50, 500 e 1000 (b alto de 800 a 1000) · mapa de ADC (coeficiente de difusão aparente)
Contraste dinâmico (CE)T1 3D com supressão · gadolínio 0,1 mmol/kg a 1,5 a 2,0 mL/s · 4 a 6 fases de 30 s · subtração
ExtraT1 com supressão sem contraste da pelve (sangue, metástase óssea) · 1,5 ou 3 T, bobina de pelo menos 16 canais
Difusão com três valores de b, homem de 61 anos (pT2)
Axial (em cima) e sagital (embaixo): b 50, 500 e 1000 e o mapa de ADC; o tumor fica claro no b alto e escuro no ADC (setas); VI-RADS 4.
Axial (em cima) e sagital (embaixo): b 50, 500 e 1000 e o mapa de ADC; o tumor fica claro no b alto e escuro no ADC (setas); VI-RADS 4.
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 6. Ver artigo
Contraste dinâmico, o mesmo paciente
T1 sem contraste e cinco fases de 30 s: o tumor realça cedo e entra no músculo (setas); VI-RADS 4.
T1 sem contraste e cinco fases de 30 s: o tumor realça cedo e entra no músculo (setas); VI-RADS 4.
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 7. Ver artigo

A parede e o tumor em cada sequência

SequênciaCamada interna (urotélio e lâmina própria)Muscular própria
T2Não apareceLinha escura
Difusão e ADCNão apareceLinha de sinal intermediário
ContrasteRealce precoce e mantido, mais forte que o músculo no inícioRealce progressivo · as duas se igualam em cerca de 90 s
Carcinoma urotelial pT2, homem de 61 anos
T2 axial: tumor de sinal intermediário na cúpula (seta).
T2 axial: tumor de sinal intermediário na cúpula (seta).
T2 sagital (seta).
T2 sagital (seta).
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 4. Ver artigo
AchadoO que significa
TumorT2 intermediário entre urina e músculo · difusão alta e ADC baixo · realce precoce
PedículoLigação linear entre o tumor e a parede, escura na difusão · sinal favorável
Camada interna espessaPrediz músculo preservado
TamanhoMenor ou maior que 1 cm, no maior eixo
Interrupção da linha escuraInvasão muscular · tumor na gordura: parede toda invadida
CrescimentoExofítico (séssil ou pediculado), endofítico, plano ou misto
Lesão pequena, homem de 55 anos (pTa)
T2: lesão polipoide pequena na parede anterior direita (seta).
T2: lesão polipoide pequena na parede anterior direita (seta).
Difusão: clara (seta).
Difusão: clara (seta).
ADC: escura (seta); VI-RADS 1.
ADC: escura (seta); VI-RADS 1.
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 5. Ver artigo
Tumor com pedículo, homem de 60 anos (pT1)
T2: tumor exofítico (seta).
T2: tumor exofítico (seta).
Contraste: camada interna com realce.
Contraste: camada interna com realce.
Difusão: o tumor claro e o pedículo escuro.
Difusão: o tumor claro e o pedículo escuro.
ADC; VI-RADS 2.
ADC; VI-RADS 2.
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 9. Ver artigo
Camada interna espessa e pedículo, mulher de 72 anos (pTa)
Contraste: camada interna espessa com realce precoce.
Contraste: camada interna espessa com realce precoce.
Difusão: pedículo escuro; VI-RADS 2.
Difusão: pedículo escuro; VI-RADS 2.
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 12. Ver artigo
quando T2 e funcionais discordam Vale o que a difusão e o contraste mostram: eles sobem ou descem a categoria dada pelo T2.

As categorias do VI-RADS

EscoreT2 (SC)Contraste (CE)Difusão (DW)
1Linha escura contínua · menor que 1 cm · exofítico, com ou sem pedículoMúsculo sem realce precoceMúsculo contínuo · tumor menor que 1 cm, com ou sem pedículo escuro
2Linha contínua · maior que 1 cm · exofítico com pedículo ou camada interna espessa, ou séssil com camada interna espessaRealce precoce só da camada internaMaior que 1 cm com pedículo ou camada interna espessa escuros
3Sem os achados do 2 (exofítico sem pedículo, séssil sem camada interna), sem ruptura claraIdemIdem
4Tumor interrompe a linha escura e entra no músculoRealce precoce que entra no músculoDifusão alta e ADC baixo entrando no músculo
5Tumor atravessa a parede até a gorduraIdem até a gorduraIdem até a gordura
VI-RADS 1, homem de 87 anos (pTa)
Difusão: lesão menor que 1 cm (seta).
Difusão: lesão menor que 1 cm (seta).
ADC (seta).
ADC (seta).
Contraste: músculo sem realce precoce (seta).
Contraste: músculo sem realce precoce (seta).
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 15. Ver artigo
VI-RADS 2, mulher de 64 anos (pTa)
T2: tumor exofítico.
T2: tumor exofítico.
Contraste: camada interna espessa (setas).
Contraste: camada interna espessa (setas).
Difusão: pedículo escuro.
Difusão: pedículo escuro.
ADC.
ADC.
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 16. Ver artigo
VI-RADS 3, homem de 73 anos (pT1)
T2: tumor maior que 1 cm sem pedículo (seta).
T2: tumor maior que 1 cm sem pedículo (seta).
Difusão (seta).
Difusão (seta).
ADC (seta).
ADC (seta).
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 17. Ver artigo
VI-RADS 4, homem de 73 anos (pT2)
T2: massa séssil de 4 cm na parede esquerda (seta).
T2: massa séssil de 4 cm na parede esquerda (seta).
Difusão b 800: tumor entrando no músculo (seta).
Difusão b 800: tumor entrando no músculo (seta).
ADC (seta).
ADC (seta).
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 18. Ver artigo
VI-RADS 5, homem de 70 anos (diferenciação escamosa)
T2 sagital: tumor que atravessa a parede (seta) e câncer de próstata associado (linha amarela).
T2 sagital: tumor que atravessa a parede (seta) e câncer de próstata associado (linha amarela).
Difusão.
Difusão.
ADC.
ADC.
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 19. Ver artigo
Escore finalCombinação
1Os três em 1
2SC 2 ou 3, CE e DW em 2
3Os três em 3, ou SC 3 com CE ou DW 3 e o outro 2
4SC 3 a 5, CE e/ou DW 4
5SC 4 ou 5, DW e/ou CE 5
Parede curva, homem de 60 anos (pTa)
T2 coronal reformatado: falsa interrupção da linha muscular.
T2 coronal reformatado: falsa interrupção da linha muscular.
Contraste axial: músculo preservado; VI-RADS 3.
Contraste axial: músculo preservado; VI-RADS 3.
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 20. Ver artigo
a difusão manda O T2 dá a primeira impressão (útil de 1 a 3). A difusão é a categoria dominante quando tem boa qualidade; o contraste assume quando a difusão é ruim. Invasão muscular se decide nos funcionais. Com corte em 3 ou mais, a sensibilidade foi de 90 a 92% e a especificidade de 84 a 86% em metanálises; AUC (area under the curve: área sob a curva, medida global de acurácia) de 0,94 no maior estudo prospectivo.

Armadilhas

ArmadilhaComo lidar
Parede curvaPseudo-interrupção no T2: reformatar o 3D e conferir na difusão e no contraste
Orifício ureteralPonto mais fundo mal visto, muita variação entre leitores · pode dilatar o ureter
DivertículoSem camada muscular: não usar o VI-RADS
Coágulo e debrisAmorfos ou lineares, podem brilhar na difusão, mas não realçam (subtração)
Depois de RTU ou BCGEdema e inflamação realçam: decidir tumor residual pela difusão e ADC
Espessamento difusoProvavelmente benigno
Ligamento umbilical mediano, ureter intramuralNodularidade na inserção · abaulamento bilateral na junção ureterovesical sem massa
Tumor não urotelialO VI-RADS é para carcinoma urotelial: cistoscopia
Tumor no orifício ureteral, homem de 65 anos
T2 coronal reformatado: tumor na junção ureterovesical esquerda entrando no ureter distal (setas).
T2 coronal reformatado: tumor na junção ureterovesical esquerda entrando no ureter distal (setas).
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 21. Ver artigo
Debris, mulher de 91 anos
T2: material na bexiga (seta).
T2: material na bexiga (seta).
ADC.
ADC.
Contraste: não realça.
Contraste: não realça.
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 22. Ver artigo
Inflamação focal pela sonda, 83 anos
Contraste: realce focal da parede (seta).
Contraste: realce focal da parede (seta).
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 23. Ver artigo
Espessamento difuso depois de BCG, 71 anos
Contraste: parede espessa com realce difuso (setas).
Contraste: parede espessa com realce difuso (setas).
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 24. Ver artigo
Tumor residual 22 dias depois da RTU, homem de 78 anos (pT2)
T2: parede alterada no leito (seta).
T2: parede alterada no leito (seta).
Contraste: realce.
Contraste: realce.
ADC sagital: restrição que indica tumor residual (setas).
ADC sagital: restrição que indica tumor residual (setas).
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 25. Ver artigo
Tecido prostático ectópico junto ao colo vesical, 76 anos
T2 coronal: nódulo junto ao colo (seta).
T2 coronal: nódulo junto ao colo (seta).
Contraste axial (seta).
Contraste axial (seta).
Fonte: Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. RadioGraphics 2024;44(3):e230149, Fig. 26. Ver artigo
+ complemento · o laudo Localizar no mapa da bexiga; com vários tumores, destacar o maior e o de pior aspecto; dizer tamanho (menor ou maior que 1 cm), crescimento, pedículo ou camada interna espessa, interrupção da linha muscular e extensão para a gordura, com o escore final. O trígono tem lâmina própria muito fina, e os tumores ali e no colo invadem mais.

Pontos de prova: alto rendimento

Bexiga cheiaCerca de 300 mL
Depois de RTU ou BCGPelo menos 2 semanas
T2Sem supressão de gordura, 3–4 mm
Difusãob 50, 500, 1000
Contraste4–6 fases de 30 s
Músculo no T2Linha escura
Camada internaRealce precoce
PedículoEscuro na difusão, favorável
Corte de tamanho1 cm
VI-RADS 1Menor que 1 cm, linha contínua
VI-RADS 4Tumor entra no músculo
VI-RADS 5Até a gordura
Categoria dominanteDifusão; contraste se a difusão for ruim
DivertículoNão usar VI-RADS
CoáguloNão realça
Depois da RTUJulgar pela difusão

Armadilhas e erros comuns

Erros

  • Fazer a RM logo depois da RTU ou do BCG
  • Usar supressão de gordura no T2
  • Decidir invasão só pelo T2
  • Chamar de invasão a pseudo-interrupção da parede curva
  • Aplicar VI-RADS em tumor de divertículo
  • Chamar coágulo de tumor sem olhar o realce
  • Chamar de tumor o realce da inflamação depois da RTU

Questões

Questões

uma passada rápida no que o caderno cobraQuestão 1 / 6
Questão 1

Para a RM de bexiga com VI-RADS, quanto tempo esperar depois de uma RTU ou de BCG intravesical?

O exame é feito antes da RTU ou pelo menos 2 semanas depois dela, da biópsia ou do BCG; depois de cistoscopia ou retirada de sonda, cerca de 2 a 3 dias. Edema e inflamação recentes imitam tumor.
↑revisar esta parte do caderno · Preparo e protocolo
Questão 2

No T2, como aparece a muscular própria normal da bexiga?

A muscular própria é a linha escura do T2; o tumor tem sinal intermediário e, quando a interrompe, invade o músculo. A camada interna não aparece no T2 e é a que realça precocemente.
↑revisar esta parte do caderno · A parede e o tumor em cada sequência
Questão 3

Tumor exofítico de 1,5 cm com pedículo, linha muscular contínua no T2, na difusão e no contraste. O escore VI-RADS é:

Músculo preservado e tumor maior que 1 cm com pedículo (ou camada interna espessa) é 2. Com menos de 1 cm seria 1; sem pedículo nem camada interna, 3; interrompendo o músculo, 4.
↑revisar esta parte do caderno · As categorias do VI-RADS
Questão 4

Qual sequência é a categoria dominante do VI-RADS quando tem boa qualidade?

O T2 dá a primeira impressão, mas a difusão é a categoria dominante; o contraste dinâmico assume quando a difusão é ruim. A invasão muscular se decide nos funcionais.
↑revisar esta parte do caderno · As categorias do VI-RADS
Questão 5

Tumor dentro de um divertículo vesical. Como aplicar o VI-RADS?

A parede do divertículo não tem camada muscular: não há como estadiar a invasão do detrusor e o VI-RADS não deve ser usado.
↑revisar esta parte do caderno · Armadilhas
Questão 6

Três semanas depois de uma RTU, a parede tem realce precoce difuso no local. Para decidir se há tumor residual, o mais útil é:

Depois de RTU ou BCG, edema e inflamação realçam e confundem o contraste. Tumor viável continua com difusão alta e ADC baixo: é a sequência que decide.
↑revisar esta parte do caderno · Armadilhas
0/6acertos
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Fonte.
Fávero Prietto dos Santos J, Ghezzi CLA, Pedrollo IM, et al. Practical Guide to VI-RADS: MRI Protocols, Lesion Characterization, and Pitfalls. RadioGraphics 2024;44(3):e230149. doi:10.1148/rg.230149

O artigo não dá a probabilidade de invasão em porcentagem por categoria (só de “muito improvável” a “muito provável”) nem o nome e a dose do antiespasmódico. Os esquemas com texto em inglês (anatomia, camadas, mapa, quadro das categorias e fluxograma) foram tirados; ficou o esquema dos estágios T, que só tem as siglas. Conferido em 07/10/2026.

Blocos marcados com + complemento são aprofundamentos opcionais, tirados da mesma fonte.