Fontes: Gabriel et al: 2023 e Katabathina et al: 2021, RadioGraphics
Dentro ou fora do testículo
A primeira pergunta diante de uma massa escrotal é onde ela nasce. Dentro do testículo, a massa
sólida de um homem jovem é tumor germinativo até prova em contrário. Fora dele, a maioria é benigna:
cisto do epidídimo, espermatocele, lipoma do cordão, tumor adenomatoide. O US com Doppler, com
transdutor linear de alta frequência, é o exame inicial; a RM complementa quando a origem ou o conteúdo
de gordura ficam em dúvida.
Compartimento
O que nasce ali
Pele e parede
Cisto de inclusão epidérmica, cisto da rafe mediana, melanoma
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 7. Ver artigo
Mesotelioma da túnica vaginal
Hidrocele com nódulo na túnica (seta).Meses depois, com Doppler: massa complexa que cresceu.
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 8. Ver artigo
Tumor adenomatoide da túnica
US: nódulo sólido hipoecogênico.
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 9. Ver artigo
o que ajuda a separar
Massa que ocupa o testículo e o epidídimo sugere linfoma, leucemia ou metástase; tumor germinativo
quase não cruza a túnica, com exceção do carcinoma embrionário. Excluídos os lipomas, 56% dos tumores do
cordão são malignos.
Anatomia e técnica
Estrutura
O que saber
Parede
Pele e dartos, depois três camadas de fáscia vindas dos músculos da parede abdominal
Túnica vaginal
Folhetos parietal e visceral com espaço virtual entre eles · cobre o testículo, menos atrás, onde ele se fixa à parede · nasce do processo vaginal (peritônio)
Túnica albugínea
Linha ecogênica · forma o mediastino do testículo
Epidídimo
Cabeça em cima (um pouco mais ecogênica), corpo e cauda atrás · a cauda continua no ducto deferente
Cordão
Deferente (tubular, sem fluxo), artérias testicular, deferencial e cremastérica, plexo pampiniforme
Apêndices
Do testículo (resto mülleriano) e do epidídimo (resto wolffiano) · presentes na maioria
RM
Testículo isointenso ao músculo em T1 e claro em T2 · epidídimo escuro em T2
Escroto extratesticular normal
Doppler colorido: epidídimo, deferente e vasos do cordão.
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 4. Ver artigo
seguir até o canal inguinal
Toda massa do cordão deve ser seguida até o canal inguinal e o períneo: é assim que se reconhece a
hérnia e a extensão de um sarcoma.
Massas extratesticulares benignas
Lesão
No US
Conduta
Cisto do epidídimo e espermatocele
Anecoico, parede fina · a espermatocele (cabeça) tem ecos finos e “neve caindo” no Doppler · juntos, as massas extratesticulares mais comuns (cisto em 20 a 40% dos homens)
Conservadora · separar os dois não muda nada
Tumor adenomatoide
O tumor sólido mais comum do epidídimo, em geral na cauda · nódulo homogêneo, liso, levemente hiperecogênico, 0,5 a 5 cm · pode estar na túnica
Benigno: sugerir no US evita cirurgia
Cistadenoma papilar do epidídimo
Na cabeça, sólido com microcistos ou cístico, hipervascular · bilateral em cerca de 40%, o que aponta von Hippel-Lindau
Vigilância
Granuloma espermático
Nódulo hipoecogênico nas pontas do deferente · até 42% depois de vasectomia
Conservadora
Pseudotumor fibroso
Nódulo hipoecogênico com sombra na túnica, às vezes múltiplo · hidrocele em cerca de 50% · RM escura em T1 e T2
Conservadora ou excisão local
Lipoma do cordão
A neoplasia extratesticular mais comum (cerca de 45%) · ecogênico, homogêneo, sem fluxo e sem entrar no canal inguinal
Deixar, se assintomático
Poliorquidia
Testículo extra com o mesmo eco e fluxo (75% no escroto)
RM confirma
Cisto de inclusão epidérmica
Na parede, redondo, com reforço · trajeto até a pele é patognomônico
Excisão se incomodar
Lipogranuloma esclerosante
Reação a óleo, silicone ou parafina injetados · silicone dá “tempestade de neve”
Excisão
Granuloma espermático
Nódulo na cauda do epidídimo (seta).Ectasia tubular com espermatozoides agrupados (pontas de seta).
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 10. Ver artigo
Cistadenoma da rete testis
Lesão cística com muitos septos finos.Outro corte.
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 11. Ver artigo
Cisto do epidídimo e espermatocele
Cisto anecoico.Espermatocele com ecos finos.Doppler: “neve caindo” na espermatocele.
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 12. Ver artigo
Cisto epidermoide do epidídimo
US: aspecto em casca de cebola, sem fluxo.
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 13. Ver artigo
Tumor adenomatoide do epidídimo
Nódulo iso a levemente hiperecogênico no corpo e cauda (seta).Outro paciente: pequeno nódulo hiperecogênico (seta).
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 14. Ver artigo
Tumor adenomatoide que imitou testículo extra
US: nódulo hiperecogênico (seta) junto ao testículo (*).RM T2: isointenso ao testículo (seta).
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 15. Ver artigo
Cistadenoma papilar do epidídimo na doença de von Hippel-Lindau
US: lesão de aspecto sólido.Doppler: hipervascular.Outro paciente: lesão mais sólida e cística.RM sagital: hemangioblastomas no tronco e na medula (setas).
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 16. Ver artigo
Epididimo-orquite pelo BCG (bacilo de Calmette-Guérin)
Massa hipoecogênica no epidídimo.Doppler: hiperemia no epidídimo e no testículo.
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 17. Ver artigo
Poliorquidia
US: terceiro testículo (seta) com o mesmo eco.Outro corte.
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 19. Ver artigo
Apêndice testicular
Apêndice normal (seta).Mais tarde, torcido (seta).
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 20. Ver artigo
Lipogranuloma esclerosante por silicone
US: “tempestade de neve” que apaga o fundo.RM com sequência seletiva para silicone.
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 21. Ver artigo
Lipoma do cordão e hérnia
US: lipoma ecogênico homogêneo.TC: lesão de gordura (seta).US da virilha com Valsalva: hérnia com alça e gordura (seta).TC coronal: gordura pré-peritoneal entrando no canal, o falso “lipoma do cordão” (setas).
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 22. Ver artigo
hérnia que parece lipoma
Lesão ecogênica no cordão: antes de chamar de lipoma, procurar peristalse e continuidade com o
canal inguinal (hérnia; alça encarcerada pode não se mexer). Na TC ou RM o lipoma é só gordura; qualquer
componente de tecido mole sugere lipossarcoma.
Massas extratesticulares malignas
Lesão
Pistas
Lipossarcoma
5ª a 7ª décadas, 3 a 30 cm · gordura com áreas hipoecogênicas, septos e tecido que realça · o bem diferenciado imita lipoma
Rabdomiossarcoma
O sarcoma do cordão mais comum (40%), em crianças · heterogêneo, hipervascular, pode invadir testículo e epidídimo
Leiomiossarcoma
Cerca de 10% dos sarcomas do cordão · massa heterogênea vascular
Mesotelioma da túnica
Hidrocele com frondes ou nódulos, túnica espessa e hipervascular · amianto em 34 a 66% · pensar na hidrocele que cresce rápido
Linfoma, leucemia, metástase
Testículo e epidídimo ao mesmo tempo · metástase no cordão (estômago, próstata)
Linfoma, leucemia e carcinoma embrionário cruzando para o epidídimo
Leucemia/linfoma no testículo (*) e no epidídimo (seta).Carcinoma embrionário no testículo.O mesmo tumor na cauda do epidídimo e no deferente (setas).
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 18. Ver artigo
Hérnia de gordura e lipossarcoma
RM T2: hérnia de gordura (seta).Outro paciente, US com Doppler: lesão heterogênea com fluxo no cordão, sem entrar no canal (seta).RM T2: lesão multisseptada sem entrar no canal: lipossarcoma.
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 23. Ver artigo
Lipossarcoma do cordão
US panorâmico: massa lobulada.RM T2: massa gordurosa com septos.
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 24. Ver artigo
Leiomiossarcoma do cordão
US com Doppler: massa hipoecogênica vascular.RM T1 com supressão e contraste: realce (seta).
Fonte: Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. RadioGraphics 2023;43(4):e220113, Fig. 25. Ver artigo
o caminho do cordão
Massa ecogênica no cordão: excluir hérnia; depois lipoma × lipossarcoma. Pedir RM se não for
homogeneamente ecogênica, se tiver fluxo ou se for grande. Massa sólida que não é hérnia nem lipoma
precisa de RM ou ressecção.
Tumores germinativos do testículo
OMS 2016
Tumores
Derivados da neoplasia germinativa in situ (GCNIS, 18 a 45 anos)
Fonte: Katabathina VS, Vargas-Zapata D, Monge RA, et al. RadioGraphics 2021;41(6):1698–1716, Fig. 19. Ver artigo
Saco vitelino pré-puberal, menino de 12 anos
US: massa substituindo o testículo (seta).
Fonte: Katabathina VS, Vargas-Zapata D, Monge RA, et al. RadioGraphics 2021;41(6):1698–1716, Fig. 20. Ver artigo
Linfonodos retroperitoneais com hidronefrose
TC: linfonodos retroperitoneais (seta) com hidronefrose e menos realce dos rins (pontas de seta).
Fonte: Katabathina VS, Vargas-Zapata D, Monge RA, et al. RadioGraphics 2021;41(6):1698–1716, Fig. 21. Ver artigo
Síndrome do coriocarcinoma
TC: metástase hepática com hematoma subcapsular (seta).Nódulos pulmonares com halo em vidro fosco (pontas de seta).
Fonte: Katabathina VS, Vargas-Zapata D, Monge RA, et al. RadioGraphics 2021;41(6):1698–1716, Fig. 22. Ver artigo
Síndrome do teratoma em crescimento
TC coronal: massa retroperitoneal multicística (setas).
Fonte: Katabathina VS, Vargas-Zapata D, Monge RA, et al. RadioGraphics 2021;41(6):1698–1716, Fig. 23. Ver artigo
Infarto testicular, imitador
US: área hipoecogênica (seta).RM T2: área em cunha (seta).T1 com contraste: sem realce (seta).
Fonte: Katabathina VS, Vargas-Zapata D, Monge RA, et al. RadioGraphics 2021;41(6):1698–1716, Fig. 6. Ver artigo
Seminoma viável em linfonodos inguinais
PET-CT (tomografia por emissão de pósitrons acoplada à TC): captação nos linfonodos inguinais dos dois lados (setas).
Fonte: Katabathina VS, Vargas-Zapata D, Monge RA, et al. RadioGraphics 2021;41(6):1698–1716, Fig. 8. Ver artigo
Microlitíase
Conduta (ESUR)
Classificação
Limitada (menos de 5 por imagem), clássica (mais de 5), difusa (tempestade de neve)
Isolada, sem fator de risco
Não pede seguimento por imagem: autoexame mensal
Com fator de risco
Urologista e US anual até os 55 anos
Junto de uma massa
Sugere tumor germinativo
Microlitíase pela ESUR (European Society of Urogenital Radiology)
Limitada: 4 microlitos.Clássica: mais de 5.Difusa: tempestade de neve.
Fonte: Katabathina VS, Vargas-Zapata D, Monge RA, et al. RadioGraphics 2021;41(6):1698–1716, Fig. 9. Ver artigo
estadiar e vigiar
Orquiectomia radical é o padrão (poupar o testículo se menor que 2 cm, bilateral ou testículo único).
TC estadia; linfonodos medidos no maior diâmetro. O seminoma sobe pelo ducto torácico ao
mediastino posterior. PET-CT só para massa residual de seminoma maior que 3 cm, 6 semanas depois da
quimioterapia. Linfonodo retroperitoneal em homem jovem pede US do testículo.
+ complemento · complicações e imitadores
Síndrome do teratoma em crescimento (metástases que crescem com marcadores normais: cistos, cálcio,
gordura; tratar com ressecção), síndrome do coriocarcinoma (hemorragias), torção do testículo
criptorquídico com tumor. Imitadores: hematoma, infarto (em cunha na RM), abscesso, restos adrenais,
sarcoidose, linfoma e metástase.
Pontos de prova: alto rendimento
Massa extratesticular mais comum
Cisto do epidídimo e espermatocele
Neve caindo no Doppler
Espermatocele
Sólido do epidídimo mais comum
Tumor adenomatoide, cauda
Cistadenoma papilar bilateral
Von Hippel-Lindau
Neoplasia extratesticular mais comum
Lipoma do cordão
Lipoma que entra no canal
Pensar em hérnia
Sarcoma do cordão mais comum
Rabdomiossarcoma (criança)
Hidrocele que cresce rápido
Mesotelioma
Testículo + epidídimo
Linfoma, leucemia, metástase
Seminoma
Homogêneo, hipoecogênico
Não seminomatoso
Heterogêneo, cistos, cálcio
AFP alta
Saco vitelino
hCG muito alto
Coriocarcinoma
Casca de cebola sem fluxo
Cisto epidermoide
Menor que 2 anos
Saco vitelino
Microlitíase isolada
Autoexame
Linfonodo retroperitoneal em jovem
US do testículo
Armadilhas e erros comuns
Erros
Chamar de lipoma a hérnia inguinoescrotal
Operar tumor adenomatoide típico do epidídimo
Achar que todo tumor germinativo cruza para o epidídimo
Perder o tumor regredido num testículo pequeno e calcificado
Pedir US seriado para microlitíase isolada
Medir linfonodo do testículo pelo menor eixo
Esquecer de seguir a massa do cordão até o canal
Questões
Questões
uma passada rápida no que o caderno cobraQuestão 1 / 6
Questão 1
Nódulo sólido, homogêneo, liso e levemente hiperecogênico de 1,5 cm na cauda do epidídimo, em homem assintomático. O diagnóstico mais provável é:
O tumor adenomatoide é o tumor sólido mais comum do epidídimo, típico da cauda: pequeno, liso, homogêneo, iso a levemente hiperecogênico. Sugerir o diagnóstico no US evita cirurgia. O cistadenoma papilar fica na cabeça e é hipervascular.
Lesão ecogênica no cordão espermático que se continua com o canal inguinal. Antes de chamá-la de lipoma, deve-se:
Continuidade com o canal inguinal e peristalse apontam hérnia (a alça encarcerada pode não se mexer). O lipoma do cordão não entra no canal. Na dúvida, TC ou RM.
Hidrocele que cresceu rápido, com nódulos ecogênicos na túnica vaginal espessa e hipervascular, em homem com exposição a amianto. Pensar em:
O mesotelioma da túnica vaginal é raro e agressivo: hidrocele com frondes ou nódulos e túnica espessa e hipervascular. A hidrocele que cresce rápido é o alerta. O pseudotumor fibroso é hipoecogênico com sombra.
Massa intratesticular homogênea e hipoecogênica, bem delimitada, em homem de 34 anos, com DHL alta e AFP normal. O tipo mais provável é:
O seminoma é homogêneo e hipoecogênico, na 4ª década, com DHL alta (hCG levemente alto em cerca de 15%). Os não seminomatosos são heterogêneos; AFP muito alta sugere saco vitelino e hCG muito alto, coriocarcinoma.
Lesão intratesticular em camadas concêntricas (casca de cebola), sem fluxo ao Doppler, com marcadores normais. Trata-se de:
O aspecto em casca de cebola sem fluxo é do cisto epidermoide, benigno, do grupo do teratoma pré-puberal (não derivado da neoplasia in situ). Pode ser enucleado poupando o testículo.
Microlitíase testicular clássica achada por acaso, sem massa e sem fator de risco. A conduta recomendada é:
Pela ESUR, microlitíase isolada sem fator de risco não pede seguimento por imagem: tranquilizar e orientar autoexame mensal. Com fator de risco (criptorquidia, tumor prévio, atrofia), urologista e US anual até os 55 anos.
Fontes.
Gabriel H, Hammond NA, Marquez RA, et al. Gamut of Extratesticular Scrotal Masses: Anatomic Approach to
Sonographic Differential Diagnosis. RadioGraphics 2023;43(4):e220113. doi:10.1148/rg.220113
Katabathina VS, Vargas-Zapata D, Monge RA, et al. Testicular Germ Cell Tumors: Classification,
Pathologic Features, Imaging Findings, and Management. RadioGraphics 2021;41(6):1698–1716.
doi:10.1148/rg.2021210024
As fontes não tratam de varicocele, hidrocele isolada, tumores do estroma (Leydig, Sertoli) nem dos
territórios de drenagem linfática por lado. Os esquemas com texto em inglês e as fotos de peça e de
histologia foram tirados. Conferido em 07/10/2026.
Blocos marcados com + complemento são aprofundamentos opcionais, tirados das mesmas fontes.